O líder do CDS-PP disse na noite de sexta-feira em Torres Vedras que Portugal nos últimos seis meses já mudou a imagem no estrangeiro e que deixou de ser comparado à Grécia.“Há seis meses era muito frequente; infelizmente para o nosso país, Portugal era associado à Grécia. Hoje é bastante frequente que os líderes mundiais saibam dizer que respeitem o esforço que os portugueses estão a fazer e que as instituições internacionais saibam dizer que Portugal é um caso diferente”, afirmou Paulo Portas.O líder popular frisou que a situação do país “não é comparável a nenhuma outra” e a atitude de Portugal “é honrar as palavra dadas, atingir as metas, antecipar as reformas e fazer tudo o que estiver ao alcance para ter a economia portuguesa a crescer em 2013”.Paulo Portas sublinhou que a sua tarefa passa por “ultrapassar a crise com sucesso e restabelecer a confiança para Portugal ganhar boa reputação” no exterior, fator determinante para que os “credores olhem para Portugal como um caso bem sucedido”.Já depois de não ter respondido aos jornalistas se era da maçonaria à entrada para o jantar, Paulo Portas referiu no final do discurso: “não falei da maçonaria, porque estudei nos jesuítas”.O líder do CDS-PP e ministro do Estado e dos Negócios Estrangeiros falava num jantar com quase três centenas de militantes em Torres Vedras. CDS-PP/Lusa
Blog do grupo "Mulheres Democratas Cristãs" que surgiu no Facebook a 02/10/2011. Actualmente é constituído por cerca de cem mulheres militantes e/ou simpatizantes do CDS/PP. Espaço de divulgação dos nossos valores - democracia cristã -, de artigos de opinião, notícias, etc etc.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Direito de Resposta à notícia publicada na edição de hoje do DN
Ao abrigo do Direito de Resposta, previsto na Lei, o CDS-PP enviou à direção/redação do Diário de Notícias uma carta relativa à notícia com o título "Socialistas e CDS aliados para 'proteger' maçonaria", que faz hoje a manchete daquele jornal: Direito de Resposta Na edição do DN do dia 9 de Janeiro vem publicada uma manchete e uma notícia de acordo com a qual uma suposta aliança entre o PS e o CDS teria tido por objectivo “proteger” a maçonaria.Tal “notícia” é falsa e não tem nenhuma correspondência nos factos verificados. Assim, procurando repor a verdade, cumpre-nos esclarecer o seguinte:1 – O CDS defendeu um relatório baseado no apuramento das audições realizadas na 1.ª Comissão e que tivesse em conta as averiguações internas e o relatório do Conselho de Fiscalização do SIRP com a única limitação, como consta das propostas que apresentámos, de não ser revelada:- Matéria que possa ser considerada segredo de justiça uma vez que existem processos crimes instaurados;- Matéria que possa ser considerada segredo de Estado, que corresponde a uma doutrina do Partido com mais de trinta anos; ou- Matéria que de alguma forma pudesse expor o funcionamento dos serviços de informações e dos seus agentes que actuam, muitas vezes sob risco, em prol dos interesses do Estado e de todos os portugueses, ponto que também o nosso Partido defendeu desde sempre.2 – Nada disto tem qualquer relação com matérias conexas com as várias maçonarias. Essas matérias só foram referidas em perguntas efectuadas por alguns dos Senhores Deputados, entre os quais eu próprio, não tendo obtido da parte dos “depoentes” qualquer resposta conclusiva. É, por isso, fácil de perceber que dos cinco partidos representados nem CDS, nem PS, nem PCP, nem BE fazem qualquer referência ao apuramento de matéria sobre “ conluios de poder” ou “ligações maçónicas”.3 – Muito menos se pode referir qualquer entendimento entre o CDS e o PS relativo ao relatório apresentado desde logo porque o PS decidiu não apresentar relatório nenhum, posição muito diferente da nossa. E, em segundo lugar, porque o CDS sempre entendeu que a opinião de cada partido responsabilizava os próprios e correspondia tão só à leitura de cada um sobre as audições verificadas.4 – Por isso, nunca o CDS contactou, sugeriu ou sequer sugestionou a qualquer grupo parlamentar para alterar, modificar, retirar, acrescentar ou apagar qualquer opinião sobre esta ou qualquer outra matéria.5 – Fomos, por isso, surpreendidos com a notícia de um jornal segundo a qual teriam existido pressões para que fosse retirado da proposta do PSD referências à maçonaria fazendo uma confusão entre a proposta inicial e a leitura política da coordenadora do PSD na Comissão e a proposta do texto final que se pretendia comum e partilhada por todos os Partidos.6 – Perante os factos, foi de resto minha a proposta em Grupo de Trabalho de que todos os textos, todas as leituras dos Partidos, todas as opiniões sobre todos os assuntos fossem tornados públicas, o que veio a ser acolhido e praticado pela comissão. E basta esse princípio de publicidade para evidenciar que o CDS não conjugou a sua posição com nenhuma outra sobre esta matéria.7 – Pelo que, não houve da parte do CDS qualquer pressão, qualquer aliança, qualquer tentativa de protecção ao que quer que fosse e a quem quer que fosse. Pelo que, se conclui que esta notícia contém um conjunto de inverdades que apenas poderão reportadas a erros alheios, mas nunca ao CDS.8 – De resto, a minha postura cívica e a minha já longa vida política não são compagináveis nem com secretismo nem com qualquer tipo de participação ou protecção em organizações que envolvam qualquer tipo de secretismo
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
"Portugal precisa como de pão para a boca de política externa económica"
Paulo Portas pediu hoje ao corpo diplomático que encare como uma "obsessão diária" a missão de melhorar a imagem de Portugal no exterior e de captar oportunidades de negócios. Como? Vincando as transformações ocorridas com o novo Governo. O ministro dos Negócios Estrangeiros pediu a todo o corpo diplomático "empenhamento total na diplomacia económica" e para que invista na melhoria da percepção externa de Portugal, que "deve ser a vossa obsessão diária". O apelo foi feito por Paulo Portas que reuniu esta manhã os embaixadores no Instituto de Defesa Nacional, no seminário anual para lhes apresentar as prioridades para 2012. Frisando que, no actual contexto, "Portugal precisa como de pão para a boca de uma política externa económica eficaz", o ministro aconselhou os representantes de Portugal no exterior a terem ainda mais presente neste ano a necessidade de promover a imagem de um país que, ao longo destes últimos seis meses (que coincidem com a nova Governação PSD/CDS) começou a criar condições para se "singularizar" e deixar de ser visto como "outros", numa referência implícita à Grécia. Referindo que a execução orçamental do segundo semestre foi fundamentalmente diferente da do primeiro e que o país está a agora a ser governado por uma maioria sólida, Paulo Portas desaconselhou os embaixadores a mostrarem ou alimentarem sinais de hesitação sobre o rumo que está a ser seguido no país. "Portugal precisa de ser visto e percebido como um Estado que não falha a sua palavra" e que há já resultados que mostram que "vale a pena fazer todo este esforço porque é ele que nos afasta do precipício", sublinhou o ministro. Paulo Portas anunciou ainda que em capitais como Bruxelas, Estrasburgo e Viena, onde Portugal tem embaixadas bilaterais e representações junto de diferentes organizações, essa representação será centralizada num único edifício. "Tenhamos a humildade da eficácia", disse, lamentando que uma decisão "óbvia" só agora tenha sido tomada. CDS-PP/Negocios.pt
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